Gosto muito de ler, então já li vários livros, e geralmente estou indicando livros para amigos ou parentes. Mas o problema é que junto com a indicação eu falo o que achei sobre o livro, uma resenha, e por conta disso, eu já fiz pessoas pararem de ler, porque minha opinião sobre o livro era ruim. 
Então no blog, quero indicar livros para vocês, para incentivar uma leitura legal. E eu acho que resenha ela acaba tirando um pouco a graça do livro, porque você conta os pontos mais revelantes na sua opinião. Por isso vou fazer o post com apenas a sinopse do livro primeiramente, e depois em outro faço a resenha, para não atrapalhar a sua leitura de ninguém, ok? 
Bom essa semana, o livro indicado é o do autor norte-americano Stephen Chbosky, "As vantagens de ser invisível". Sua primeira publicação foi em 1999, foi publicado em 16 países, e traduzido para 13 idiomas. 
Para escrever o romance, o autor se inspirou em lembranças de sua própria juventude para a criação dos personagens e outros pontos importantes da história. Mesmo sendo seu primeiro trabalho, o livro obteve um sucesso significativo, mas por conta do seu conteúdo polêmico, foi banido de algumas escolas públicas. 
Sinopse: Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.
As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir "infinito" ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.
Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.

Quem aí já leu, ou está louca para ler? 
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